domingo, 16 de setembro de 2012
Otan tem fim de semana de terror no Afeganistão
O ataque dos talibãs contra a base da Otan na qual se encontra o príncipe Harry e a morte de seis militares estrangeiros em mãos de policiais afegãos marcaram um fim de semana de terror para a coalizão.
O grupo terrorista, por suz vez, obteve um triunfo militar com o ataque ao acampamento provisório do terceiro herdeiro na linha de sucessão ao trono britânico, além do impacto midiático gerado pela manobra.
No domingo, a Isaf, a força armada da Otan no Afeganistão, informou que seis aviões de combate norte-americanos foram destruídos e outros dois foram danificados “significativamente” no ataque lançado na madrugada de sexta para sábado pelos talibãs contra a base na qual está o príncipe Harry.
De acordo com um comunicado da Isaf, os danos de Camp Bastion, na província de Helmand (sul), foram maiores que o previsto, já que três estações de reabastecimento também foram destruídas e seis hangares de aviões foram afetados.
Nunca antes em dez anos de conflitos as forças da coalizão haviam sofrido tais perdas materiais, reconheceu uma fonte de segurança ocidental.
O intenso ataque de mais de quatro horas com armas ligeiras, canhões e mísseis, matou a dois norte-americanos e feriu a nove efetivos da coalizão.
Segundo o último balanço comunicado no domingo pela Isaf, 15 insurgentes “bem equipados, armados e que haviam ensaiado” o ataque, penetraram na base, “vestidos com uniformes do exército norte-americano e armados com fuzis automáticos, lança-foguetes e vestindo jaquetas de com explosivos”.
Catorze morreram no assalto e um ficou ferido, segundo a Isaf.
“Havia coordenação, precisão. O ataque tinha foco, como faria um comando ocidental. Foi um ataque semelhante ao das forças especiais”, comentou outra fonte de segurança.
A operação supõe “um claro êxito” para os terroristas, aponta a fonte. “Eles conseguiram destruir aviões em terra em uma das bases mais seguras do país”.
“Em uma guerra, os combatentes mudam sempre de tática. Desta vez, os talibãs atacaram um grande acampamento, no qual se encontrava o príncipe Harry”, observa Waheed Mujdah, um antigo chefe talibã convertido em analista.
“Isso lhes confere muito crédito. Eles mostraram que podem alcançar seu alvo se quiserem, quando quiserem”, afirma.
Apesar de a Isaf retratar os talibãs como grupos de camponeses sem preparo, o ataque ao Camp Bastion, mostra que seus combatentes não dão o assalto “às cegas”, disse Mujdah.
No domingo, o porta-voz Yusuf Ahmadi, disse que o ataque de sexta-feira à noite pretendia “vingar o insulto feito ao profeta” pelo filme norte-americano “A Inocência dos Muçulmanos”, uma longa-metragem caricaturesca que provocou a ira e a violência em diferentes países muçulmanos.
Também ataques cometidos por policiais e militares afegãos contra os soldados da Otan deixaram seis vítimas nas fileiras da Isaf em menos de 12 horas.
No sábado, um suposto policial matou a tiros a dois soldados britânicos na província de Helmand, na qual se encontra o Camp Bastion, antes de ser baleado.
Neste domingo, quatro militares norte-americanos morreram no Afeganistão por mãos de supostos membros da polícia afegã, informou um funcionário de alto escalão dos Estados Unidos.
Ao todo, 51 membros da Isaf foram assassinados por policiais afegãos ou soldados afegãos em 2012.
Os ataques, um quarto dos quais realizados por talibãs infiltrados, segundo a Isaf, são devastadores para as forças afegãs e estrangeiras porque pesam sobre a confiança dos aliados.
Estes incidentes são especialmente graves quando a maioria dos 112.600 soldados estrangeiros ainda presentes no Afeganistão voltarão para casa até o final de 2014. A polícia e o exército afegão, que passam por um momento crucial de sua formação, tomarão em seguida a responsabilidade pela segurança de seu país.
Com a escalada da violência, os EUA ordenaram a retirada de familiares e funcionários considerados não essenciais ao funcionamento das embaixadas dos Estados Unidos em Túnis, capital da Tunísia, e Cartum, capital do Sudão.
domingo, 9 de setembro de 2012
Situação do Programa Espacial Brasileiro
No momento, a situação do programa espacial
brasileiro é de paralisia, com atrasos sucessivos nos projetos que não
permitem atualização tecnológica, pois acabam obsoletos antes de ficarem
prontos.
Nos tempos da Embratel, o Brasil comprou duas gerações de satélites de comunicações, Brasilsat A e B. Nestas compras, o conteúdo local se restringiu a estágios técnicos para funcionários do Inpe nas empresas fornecedoras estrangeiras.
Após a privatização da Embratel, as empresas brasileiras operadoras compraram mais satélites de comunicações, agora sem qualquer participação das instituições governamentais dedicadas às atividades espaciais, a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Inpe e o DCTA.
O primeiro projeto no Brasil foi o de um satélite geoestacionário para comunicações, que seria integrante do projeto SACI, na década de 1970. Entretanto, após esta iniciativa que não saiu do papel, nunca foi incluído no Programa Nacional de Atividades Espaciais o desenvolvimento de um satélite geoestacionário para comunicações. Agora, temos o projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), cuja implantação será coordenada por uma empresa criada para essa finalidade, a Visiona.
O SGB é um resultado já em andamento dos novos rumos do programa espacial brasileiro, que, como foi enfatizado em reportagem publicada neste jornal no último dia 26 ( O Vale - São Jose dos Campos), é hoje parte fundamental da Estratégia Nacional de Defesa (END) e vai requerer um elevado grau de orquestração gerencial e orçamentária. Como uma das três áreas prioritárias da END (espacial, cibernética e nuclear), o setor espacial deverá atender a diversas demandas do País, que incluem as áreas de defesa, meio ambiente, comunicações, transporte e logística, meteorologia, entre outras. O envolvimento da indústria e a qualificação de recursos humanos são também prioritários, dentro dessa nova perspectiva.
No caso específico do INPE, a verdade é que os projetos importantes atualmente em desenvolvimento na instituição foram concebidos em um curto intervalo de tempo, na gestão do atual ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, entre 1985 e 1988. São eles o programa dos Satélites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres, o CBERS, em parceria com a China; o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático (CPTEC); a implantação da infraestrutura dos laboratórios de Integração e Testes de Satélites, do Centro de Controle de Satélites, e o desenvolvimento do primeiro satélite brasileiro, o Satélite de Coleta de Dados 1 (SCD1). Nada de muito relevante e novo aconteceu desde então.
No momento, a situação do programa espacial brasileiro é de paralisia, com atrasos sucessivos nos projetos que não permitem atualização tecnológica, pois acabam obsoletos antes de ficarem prontos. Acreditamos que o momento é muito favorável para uma reformulação completa do setor. Existe a possibilidade concreta de um excelente alinhamento entre as instituições Inpe, DCTA com a AEB e com o MCTI.
São pessoas que conhecem profundamente o programa e seus problemas, e ninguém mais indicado que o atual ministro para proceder à transformação necessária. Há 26 anos ele mudou a face do programa espacial, criou os projetos que dão até hoje vida ao Inpe. Tem, certamente, a experiência e visão para mudar a face do programa outra vez.
Portanto, é inócuo supor que pretende-se desmantelar o INPE. Como empresário do setor, acredito que o programa espacial tem agora a chance de tornar-se uma política de Estado. Vamos dar um crédito e incentivar os que têm condições de promover essas mudanças.
Nos tempos da Embratel, o Brasil comprou duas gerações de satélites de comunicações, Brasilsat A e B. Nestas compras, o conteúdo local se restringiu a estágios técnicos para funcionários do Inpe nas empresas fornecedoras estrangeiras.
Após a privatização da Embratel, as empresas brasileiras operadoras compraram mais satélites de comunicações, agora sem qualquer participação das instituições governamentais dedicadas às atividades espaciais, a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Inpe e o DCTA.
O primeiro projeto no Brasil foi o de um satélite geoestacionário para comunicações, que seria integrante do projeto SACI, na década de 1970. Entretanto, após esta iniciativa que não saiu do papel, nunca foi incluído no Programa Nacional de Atividades Espaciais o desenvolvimento de um satélite geoestacionário para comunicações. Agora, temos o projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), cuja implantação será coordenada por uma empresa criada para essa finalidade, a Visiona.
O SGB é um resultado já em andamento dos novos rumos do programa espacial brasileiro, que, como foi enfatizado em reportagem publicada neste jornal no último dia 26 ( O Vale - São Jose dos Campos), é hoje parte fundamental da Estratégia Nacional de Defesa (END) e vai requerer um elevado grau de orquestração gerencial e orçamentária. Como uma das três áreas prioritárias da END (espacial, cibernética e nuclear), o setor espacial deverá atender a diversas demandas do País, que incluem as áreas de defesa, meio ambiente, comunicações, transporte e logística, meteorologia, entre outras. O envolvimento da indústria e a qualificação de recursos humanos são também prioritários, dentro dessa nova perspectiva.
No caso específico do INPE, a verdade é que os projetos importantes atualmente em desenvolvimento na instituição foram concebidos em um curto intervalo de tempo, na gestão do atual ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, entre 1985 e 1988. São eles o programa dos Satélites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres, o CBERS, em parceria com a China; o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático (CPTEC); a implantação da infraestrutura dos laboratórios de Integração e Testes de Satélites, do Centro de Controle de Satélites, e o desenvolvimento do primeiro satélite brasileiro, o Satélite de Coleta de Dados 1 (SCD1). Nada de muito relevante e novo aconteceu desde então.
No momento, a situação do programa espacial brasileiro é de paralisia, com atrasos sucessivos nos projetos que não permitem atualização tecnológica, pois acabam obsoletos antes de ficarem prontos. Acreditamos que o momento é muito favorável para uma reformulação completa do setor. Existe a possibilidade concreta de um excelente alinhamento entre as instituições Inpe, DCTA com a AEB e com o MCTI.
São pessoas que conhecem profundamente o programa e seus problemas, e ninguém mais indicado que o atual ministro para proceder à transformação necessária. Há 26 anos ele mudou a face do programa espacial, criou os projetos que dão até hoje vida ao Inpe. Tem, certamente, a experiência e visão para mudar a face do programa outra vez.
Portanto, é inócuo supor que pretende-se desmantelar o INPE. Como empresário do setor, acredito que o programa espacial tem agora a chance de tornar-se uma política de Estado. Vamos dar um crédito e incentivar os que têm condições de promover essas mudanças.
Brasil e Ucrânia discutem cooperação na área espacial
A cooperação espacial com a Ucrânia teve início em 1995, com a vinda ao Brasil do presidente ucraniano Leonid Kutchma
A Agência Espacial Brasileira (AEB) sediou, na última quinta-feira (30), o II Seminário Brasil-Ucrânia: Oportunidades para Cooperação Científica e Tecnológica na Área Espacial. O evento contou com a participação do Governo brasileiro, Embaixada da Ucrânia no Brasil, indústria, academia e representantes da empresa de projetos estatal ucraniana Yuzhnoye SDO que aproveitaram a ocasião para discutir projetos conjuntos na área espacial.
O presidente da AEB, José Raimundo Coelho, afirmou em seu discurso de abertura que "é função da instituição apresentar oportunidades de parcerias estratégicas com todos os países e empresas brasileiras". No seminário, os participantes conheceram as potencialidades da empresa ucraniana e uma das principais propostas apresentadas pelo lado ucraniano foi o desenvolvimento conjunto de uma plataforma de sondagem adequada para estudos meteorológicos, de microgravidade e, também, para operar como foguete de treinamento dos centros nacionais de lançamento.
Para o chefe do Laboratório Associado de Propulsão e Combustão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Fernando de Souza Costa, a iniciativa da AEB é excelente. "O seminário foi uma boa oportunidade de encontrar pessoas influentes e importantes dentro do programa espacial, de interagir e de trocar opiniões, posições e entender melhor os caminhos que o programa está tomando". O professor titular do Instituto de Aeronáutica e Espaço (ITA), Marcelo Pazini Brandão acredita que o "seminário deverá gerar alguma ação começando em nível acadêmico até que tenhamos recursos humanos e financeiros para adiantarmos alguns projetos".
Segundo o presidente da AEB, este foi o primeiro seminário de uma série de encontros e workshops que a instituição irá promover. "Desejamos abrir uma janela de oportunidades, inclusive para que indústria e empresas possam desenvolver projetos de parcerias, buscar financiamentos, capacitar pessoas, e definitivamente, fortalecer e consolidar o segmento", completa José Raimundo.
Cooperação Brasil-Ucrânia
A cooperação espacial com a Ucrânia teve início em 1995, com a vinda ao Brasil do presidente ucraniano Leonid Kutchma. Pouco depois, começou a se consolidar a ideia de utilização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) para a realização de lançamentos de cargas-úteis brasileiras, ucranianas e de outros países. Ao Brasil cabe ceder o local e a infraestrutura do CLA e aos ucranianos desenvolver o veículo Cyclone-4. Em 21 de outubro de 2003, foi assinado, em Brasília, durante a segunda visita ao Brasil do presidente Kutchma, o Tratado sobre a Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4. Esse documento criou a empresa binacional Alcântara Cyclone Space, que tem a seu cargo promover a realização de lançamentos comerciais.
Os dois países concluíram, ainda, dois importantes acordos. O primeiro, um Acordo-Quadro sobre a Cooperação nos Usos Pacíficos do Espaço Exterior (novembro de 1999) e o outro sobre Salvaguardas Tecnológicas relacionadas à participação da Ucrânia em lançamentos a partir do CLA (janeiro de 2002).
Iran ameaça retaliar contra Canadá por corte de relações
O Irão ameaçou este sábado retaliar contra o Canadá devido ao que considera ser um ''comportamento hostil'', após Ottawa decidir cortar relações diplomáticas com Teerão.
Na sexta-feira, a embaixada canadiana no Irão foi encerrada, com as autoridades do país a anunciarem ainda que os diplomatas iranianos no Canadá tinham cinco dias para deixar o país, além de apelidar o Irão de ser "a maior ameaça à segurança e à paz mundial".
Os motivos apontados foram o programa nuclear iraniano, a hostilidade com Israel e o alegado apoio militar ao presidente sírio, Bashar al Assad.
A resposta iraniana partiu do porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Ramin Mehmanparast, que afirmou, segundo a Reuters, que a decisão do Canadá foi uma "continuidade das políticas anti-iranianas" do governo do primeiro-ministro Stephen Harper, e que "o comportamento hostil do atual governo racista do Canadá segue as políticas ditadas pelos sionistas [Israel] e pelos britânicos".
A agência Fars dá conta de um possível ataque iraniano ao Canadá. Alaeddin Boroujerdi, pela segurança nacional e política externa, disse que o Irão pode dar uma resposta "imediata e decisiva" à ação do Canadá: ''É essencial que o Ministério do Exterior responda a essa atitude do Canadá com base em interesses nacionais.''
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Embraer e Conviasa fecham acordo para até 20 jatos E190
A Embraer anunciou hoje (31/07) um acordo com a empresa aérea Conviasa, da Venezuela, para a venda seis jatos EMBRAER 190. O acordo inclui ainda 14 opções de compra para o mesmo modelo de aeronave. O valor total do negócio, referido a preço de lista, é de USD 271,2 milhões, com base nas condições econômicas de janeiro de 2012, e pode chegar a USD 904 milhões caso todas as opções de compra sejam confirmadas. As primeiras entregas estão programadas para ocorrer até o final de 2012.
“É uma satisfação receber este pedido da Conviasa, décimo primeiro cliente da família de E-Jets na região da América Latina e do Caribe, um mercado que crescerá, em média, 7% ao ano, nos próximos vinte anos” , disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Presidente da Embraer, Aviação Comercial. “Temos certeza que o E190 terá um papel importante no aumento da qualidade e da eficiência do transporte aéreo na Venezuela.”
“Consideramos que o jato E190 vai ser fundamental no processo de renovação da frota da Conviasa”, disse César Martínez Ruiz, Presidente da Conviasa. “ Estes aviões nos permitirão aumentar a conectividade tanto nas rotas domésticas quanto internacionais.”
O negócio fortalece a posição de líder absoluta de mercado da Embraer na América Latina e Caribe, onde detém 75% do mercado de aviação comercial no segmento de jatos até 120 assentos, comparado a uma média no mundo de 43%.
Os novos E190 da Conviasa serão confortavelmente configurados com 104 assentos em classe única. Atualmente, a empresa atende 14 destinos nacionais e nove internacionais.
Rebeldes atacam aeroporto e dizem ter derrubado avião militar na Síria
Informação
sobre queda de caça não pode ser verificada.
Rebeldes
sírios que estão sitiando um aeroporto militar perto da fronteira com o Iraque
se envolveram em combates sérios nesta quarta-feira (5), disseram fontes da
oposição, enquanto insurgentes no norte do país disseram ter derrubado um avião
militar.
Rebeldes
do grupo Exército Sírio Livre vêm cercando o aeroporto Hamadan na cidade de
Albu Kamal, fronteira leste do país, na província de Deir al-Zor, nos últimos
três dias.
Lutando
para acabar com uma rebelião de 17 meses contra seu governo, o presidente
Bashar al-Assad se apoia cada vez mais em ataques aéreos contra os rebeldes,
que comparativamente estão levemente armados com metralhadoras e foguetes.
A
oposição disse que o aeroporto, onde dezenas de soldados ainda se concentram,
tem sido usado por helicópteros para lançar bombardeios contra redutos
rebeldes.
Os
insurgentes intensificaram os ataques contra bases aéreas na semana passada, em
uma tentativa de enfraquecer o poder aéreo de Assad, com o qual ele tenta
conter os avanços rebeldes em áreas urbanas e rurais.
"O
aeroporto efetivamente caiu depois que muitos soldados desertaram",
afirmou Nawaf al-Bashir, uma importante figura tribal de Deir al-Zor que está
em contato com os rebeldes, a partir de Istambul.
Outro
ativista da oposição em Deir al-Zor, Abu Teif Ziad, disse que o aeroporto foi a
última base onde as forças do governo estavam presentes na região de Albu Kamal
depois que os rebeldes invadiram vários complexos militares na cidade, que está
situada sobre o rio Eufrates, a poucos quilômetros de um ponto de travessia
para o Iraque.
"Se
o aeroporto de Hamadan cair, Albu Kamal ficará completamente sob controle
rebelde", disse ele.
Ataques
de rebeldes já deixaram inoperantes dois aeroportos militares na província de
Idlib, ao norte -- Taftanaz e Abu Thuhur --, de acordo com uma fonte da
oposição e diplomatas.
Caça
derrubado
Rebeldes no norte do país disseram ter derrubado um avião de caça usando uma metralhadora pesada.
Rebeldes no norte do país disseram ter derrubado um avião de caça usando uma metralhadora pesada.
Segundo
combatentes da oposição na província de Idlib, no noroeste, perto da Turquia, a
aeronave foi abatida na terça-feira, quando estava decolando da base aérea de
Abu Thuhur.
"Eles
a derrubaram quando ela estava decolando do aeroporto e para isso utilizaram
metralhadoras antiaéreas de 14,5 milímetros", disse Abu Majad, um
porta-voz da brigada rebelde Ahrar al-Sham (Homens Livres da Síria).
Não foi
impossível verificar as declarações dos rebeldes já que o acesso da mídia
estrangeira à Síria é restrito. Os rebeldes dizem ter abatido vários aviões de
combate e helicópteros nas últimas semanas.
Segundo
um diplomata ocidental em Amã, os rebeldes não têm as armas suficientes para
manter o controle do aeroporto de Hamadan, caso o tenham tomado, já que os
caças sírios estão intensificando suas operações na área.
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